quinta-feira, 10 de março de 2016

Pessoal!!

Para nossa tristeza, nossa Loly está com a diabete avançadíssima e muito alta, começou o tratamento com insulina, porém precisa de exames (hemograma, função renal e hepática), ração especial para cães diabéticos e se Deus permitir um lar onde ela seja recebida com muito carinho e amor e  possa receber o que for necessário para sua recuperação sem ter que ficar praticamente implorando através de nós tudo o que ela precisa para ficar bem.

Novamente começo de mês e com ele os mesmo encargos de sempre que se acumulam sem que possamos fugir deles. São salários, produtos de limpeza, combustível, impostos (INSS/FGTS), mínimo de manutenção e a sagrada ração que tendo ou não tendo NUNCA pode faltar. Enfim, o mínimo necessário para manter o Jardim andando.

Todos os meses nosso gasto médio é em torno do R$17.000,00, para alimentar, cuidar, manter limpo e em condições de funcionamento, ainda que não seja de maneira ideal, mas com o mínimo necessário.

Tudo que é possível fazer para conseguirmos descontos e parcelamentos nós fazemos, tentando diminuir os custos que a cada dia só se fazem aumentar, ou seja, compramos sem nota, com cartão de crédito parcelado, cheque pré-datado, empréstimos consignados, empréstimos no banco, fiados, pendura, empurra com a barriga, caderneta, boleto, “pago depois”  e etc...

Resumindo, as contas nunca fecham as doações de ração nunca são suficientes e diminuem a cada dia, e só nos cabe administrar mensalmente um rombo financeiro que parece não ter fim.
Compreendemos que estamos em meio a uma recessão, o País em crise e tudo caminhando para que as coisas piorem, mas a crise, a recessão, o arrocho financeiro no Jardim se arrasta a há anos.
São dias, meses e anos nutrindo a esperança de dias melhores, de fartura, de não termos mais que pedir, ou melhor, implorar por qualquer tipo de ajuda, mas temos a sensação que esse dia está cada vez mais longe.

Porém enquanto a bonança não chega, contamos com vocês que nunca abandona os Amiguinhos do Jardim e nos ajuda a “fazer acontecer” um dia de cada vez, sem sabermos como vai ser amanhã.